(27/09/2026)
Um grupo de jovens campistas do ÉFETA, cognominados ‘efetados’, da Paróquia de
Armazém, sentiram a necessidade de se encontrar para cultivarem aquela ‘chama’
avivada na experiência do Acampamento.
Decidiram
que os encontros aconteceriam nas tardes de domingo, duas vezes por mês, e
teriam por nome PARA SEMPRE, ÉFETA! Foi assim que surgiu a ideia que provocou o
primeiro encontro neste domingo, 27, no Centro de Pastoral da matriz São Pedro
Apóstolo.
Liderando
a equipe estava o Daniel. Alguns campistas se prontificaram a tomar os nomes
para a lista de presenças, outros tiveram a ideia de encher balões alaranjados
(a cor oficial do ÉFETA), montaram um painel com os Intercessores do
Acampamento (a imagem da Beata Albertina estava estampada nas camisetas) e
montaram um lugar para o Ministério de Música. O pessoal que ía chegando, era
recepcionado pelos colegas que formavam um ‘corredor do carinho’, agitando
balões.
Os músicos e cantores estavam preocupados porque não conseguiram fazer um ensaio antes, mas, para que ensaiar? Deu tudo certo! E até o Leandro Loffi apareceu para dar uma ‘palhinha’ durante a reflexão dirigida pelo Rangel, e cantou “Mãe do Céu Morena” (Pe. Zezinho).
O
Iuri dirigiu o grupo da Animação e recordou, especialmente aos campistas de
edições mais remotas do ÉFETA, as coreografias das dancinhas. E foi muito
divertido. Mas o maior sucesso foi:
Peguei as minha coisas, e fui acampar.
Saudade era tamanha, estou no meu lugar.
Amigos para rever, campistas para abraçar.
Calor do sol no coração, estou no ÉFETA!
Ah! Ah! Como aqui é bom! Ah! Ah! Lugar do coração!
A vida pode mexer, o tempo pode passar,
mas não existe lugar no mundo como o ÉFETA!
Pe.
Auricélio conduziu o momento orante inicial.
Olhamos com bons olhos a possibilidade de a gente se
encontrar. É bom a gente querer-se bem e cultivar aqueles impulsos do Espírito
Santo que nos fizeram vibrar durante o nosso Acampamento. Parabéns pela
iniciativa! Perseverem no seguimento de Jesus com o coração aberto (efetado) e cada vez mais comprometido
com a missão da Igreja.
Milagres Eucarísticos
É bem conhecido dos devotos, que a Beata Albertina Berkenbrock nutria um amor especial pela Eucarisitia. Tanto que disse: “O dia de minha Primeira Comunhão, foi o mais belo de minha vida!”.
Por isso, o Rangel foi convidado pela Coordenação para refletir sobre um tema relacionado à
Eucaristia. E ele escolheu contar e comentar sobre dois Milagres Eucarísticos.
Uma das características da espiritualidade do ÉFETA é a grande
devoção à Eucaristia. Nossas Missas, nossas Adorações... mesmo que
espiritualmente, quando participamos e uma Missa, nós nos encontramos todos em
comunhão. A nossa Igreja possui relatos de muitos milagres ligados à Eucaristia.
Escolhi trazer para vocês a história de um mais famoso e antigo, o de Lanciano,
e um outro mais recente, ocorrido na Argentina.
Lanciano – Itália
O que aconteceu em Lanciano, cidadezinha da atual Itália, entre os longínquos anos de 730 a 750, é considerado um dos mais belos e intrigantes fenômenos eucarísticos da Igreja. Segundo relatos, no mosteiro de São Legoziano e São Domiciano, um dos monges da Ordem de São Basílio estava passando por dificuldade de fé.
Numa madrugada, ao presidir a Missa, a resposta às suas
questões veio em forma de milagre durante a Consagração: a Hóstia
transformou-se em carne humana viva, fibrosa, como se retirada do músculo cardiovascular,
e o vinho transformou-se em sangue humano, vivo, tipo AB. Tais espécies são
veneradas até hoje e permanecem como se vivas.
Buenos Aires – Argentina
Mais recentemente, em 18 de agosto de 1996, Pe. Alejandro Pezet presidiu a Santa Missa numa capela de Buenos Aires, capital da Argentina. Ao final da comunhão, uma senhora comunicou-lhe ter encontrado uma hóstia descartada no chão, na parte de trás do templo. Conforme o protocolo, o padre recolheu a Hóstia, colocou-a numa vasilha com água e a depositou dentro do sacrário para que ela se desmanchasse.
No dia seguinte, ao abrir o sacrário, viu que a Hóstia transformara-se em um pedaço de carne viva e que tinha aumentado de tamanho. O Cardeal Bergoglio (depois Papa Francisco) foi comunicado e mandou fotografar o fenômeno, que permaneceu guardado por vários anos.
Os exames científicos foram
surpreendentes e revelaram, entre outras coisas, tratar-se de carne viva do
miocárdio, sangue tipo AB, com glóbulos brancos penetrados na carne como se
fosse retirado de uma pessoa que havia sido espancada.
Então,
o Rangel compartilhou algumas de suas conclusões.
Jesus continua vivo em nossos altares e dentro de nós. Às
vezes deixamos se participar da Missa por quaisquer outros compromissos. Não
podemos nos afastar da Eucaristia! Ela é o ‘alimento do Céu’ para nos mantermos
firmes na missão.
O
restante da tarde foi marcada por música e dinâmicas que envolveram e animaram
os jovens campistas. Pe. Zaqueu, Vigário Paroquial local, também estava
presente.
Após
o encontro, todos dirigiram-se à matriz e participaram da Santa Missa. O próximo
encontro está agendado para o dia 11 de outubro.
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(peauricelio@yahoo.com.br)
Trailer
do filme ALBERTINA: https://www.youtube.com/watch?v=3XggsrQMHbk
História
de Albertina – narração: Pe. Auricélio e seus pais Sebastião e Osmarina – https://www.youtube.com/watch?v=D18M67Tpunc
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