(19/05/2026) Nesta noite, o Grupo de Famílias Santa Rita de
Cássia, da matriz São Martinho de Tours, em Tubarão, realizou o seu encontro.
De maneira muito especial, desta vez, o Grupo pôde participar de uma Santa
Missa no Sítio dos Corrêa, na vila onde mora a maioria de seus membros.
O Grupo que já existe há muitos anos, segue a tradição recebida
dos antepassados e permanece unido na amizade, na fé e no testemunho cristão. Além
dos seus membros, o Grupo convidou outros parentes, vizinhos e amigos para a
participarem da Celebração.
Pe. Auricélio presidiu a Santa Missa e cantores da família animaram
a liturgia. Enquanto no fogão à lenha o caldinho de aipim e a sopa permaneciam
aquecidos, o Gilmar Corrêa, em nome do Grupo, dava as boas vindas aos presentes
e recordava algumas histórias vividas pos aquelas famílias. E fez, também, uma
apresentação da biografia de Santa Rita.
“O seu nome de Batismo era Margherita Ferri Lotti. Nasceu em Roccaporena, atual Itália, no ano de 1381. Seus pais chamavam-se Antônio e Amata. Ainda muito cedo, manifestava grande sensibilidade para as coisas da religião e amava Jesus Cristo. Também sonhava, quando crescesse, formar uma família, a exemplo de seus pais. Tinha grande devoção à Sagrada Família.
Ela recusou ofertas de casamento conseguidas por seu pai, que era Juiz de Paz, junto a famílias de melhores condições de vida. Porém, ela queria casar por amor. Ao conhecer Paulo Mancini, um moço que salvara uma criança, ela se apaixonou por ele e ele correspondeu a esse amor. A despeito da rejeição da família do moço, que sonhava fazer um casamento que favorecesse relações comerciais, por graça de Deus, o casamento aconteceu. Da união, nasceram os gêmeos Giangiacomo Antônio e Paulo Maria.
Sofreu amargamente com o marido grosseiro até que conseguiu a conversão dele. Traiçoeiramente, o homem foi assassinado e seus filhos juraram vingar a morte do pai. A oração da Santa mãe para que seus filhos não se perdessem cometendo um crime, levou-a a pedir que Deus os levasse, pois preferiria perdê-los na terra, mas permanecer com eles no Céu. E isso aconteceu.
Viúva e sem filhos, tornou-se religiosa agostiniana em Espoleto, na Itália. Viveu santamente, recebeu um estigma na testa (feita por um espinho da coroa de Cristo) e morreu no dia 22 de maio de 1457.”
Durante sua homilia, o sacerdote recordou o testemunho da Santa e destacou a importância do Grupo de Famílias como núcleo de crescimento na fé, de cultivo dos valores cristãos e lugar de vida fraterna. Falou sobre a importância da Igreja Doméstica, onde os pais e filhos vivem de tal forma unidos pelo amor que Cristo se torna presente.
E comentou sobre o ‘odor de santidade’ que se espalhou do
quarto da Santa, no convento, por toda a cidade de Cássia e do ‘milagre dos
sinos’ que tocaram misteriosamente ao mesmo tempo quando a Santa partiu para
junto de Deus.
“Tais sinais, revelam que o cristão é chamado a levar o ‘perfume de Cristo’ a todas as pessoas como sinal da presença do Senhor no mundo”.
O Coordenador Paroquial dos Grupos de Famílias, o Sr. Jucemar
Mendes, estava presente e incentivou o Grupo a perseverar com seus Encontros ao
longo do ano, caminhando em comunhão com os demais Grupos da Paróquia.
Após a Celebração, num clima de alegria e fraternidade, foi
servido um lanche fruto da partilha de todas as famílias.
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Trailer
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História
de Albertina – narração: Pe. Auricélio e seus pais Sebastião e Osmarina – https://www.youtube.com/watch?v=D18M67Tpunc
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