(07/03/2026) Este sábado amanheceu ensolarado e bem agitado para
essas bandas do bairro São Martinho, em Tubarão. Enquanto um grupo de
voluntários subia o morro do Cemitério Paroquial, para o mutirão de limpeza,
outros voluntários se empenhavam na montagem dos novos móveis da secretaria
paroquial.
Ao mesmo tempo, os catequizandos e catequistas foram chegando
para os primeiros encontros deste novo ano catequético. Não obstante a correria
e o barulho, ver a Igreja em movimento deixava todos ainda mais animados.
Às 9h, na matriz, mais de uma centena de catequizandos, de
várias turmas, se reuniram para uma cerimônia de abertura da Catequese. Foi a
coordenadora Paroquial, a catequista D. Maria Terezinha Corrêa, quem deu as
boas vindas às crianças e adolescentes e dirigiu um momento orante.
“Sejam muito bem vindos! Nós, catequistas, estamos muito contentes em poder recebê-los. Estão aqui os crismandos; vejam só como cresceram! Um dia, eles iniciaram a caminhada, como esses mais novinhos que temos aqui, e que já estão caminhando conosco desde agosto. Aqueles já passaram pelas outras etapas e, daqui a pouco, no próximo mês, irão receber o Sacramento da Crisma e serão verdadeiras testemunhas de Jesus!
Ao longo destes anos, muitas coisas boas foram semeadas em seus corações. Já devem ter um grande conhecimento sobre a Pessoa, a Mensagem, a Missão e a Igreja de Jesus. Ao concluírem esta etapa da Catequese, porém, não terminará a sua caminhada na vida cristã. Muito pelo contrário; afinal, depois da Crisma, vem a fase do compromisso que durará toda a vida. A Catequese quer ajudar você e todos os catequizandos a tornarem-se verdadeiros cristãos, seguidores de Jesus Cristo.”
A catequista também falou sobre o testemunho cristão no dia-a-dia.
“O amor a Jesus se revela numa vida marcada por fazer sempre o bem, viver o amor, quebrar o egoísmo, edificar a família e a comunidade... Aqui aprendemos a ser pessoas melhores, boas de coração. O Espírito Santo vai nos moldando por dentro. Neste tempo da Quaresma, Jesus pede que sejamos seus ‘pequenos missionários’, com o coração convertido pelo e para o Amor. Desejo que Jesus os acompanhe nesta caminhada, para que todos vocês se tornem Seus amigos de verdade e pratiquem o bem.”
O Pároco, Pe. Auricélio, conduziu uma reflexão sobre o texto de Mateus 20,1-16 “Os trabalhadores da vinha”.
“O Senhor é o dono da vinha e quer contar com o trabalho de todos nós, que O amamos. O tempo da colheita chegou e ninguém é dispensado de ‘trabalhar’ na vinha do Reino; e não importa a sua idade. Vale também para nós a pergunta do patrão do Evangelho àqueles homens desocupados, na praça: ‘por que vocês estão aí parados?’.
O Reino de Deus é dinâmica, exige a participação de todos; ninguém pode ficar de braços cruzados. Jesus não para nunca; Ele trabalha. Certa vez, Ele disse: ‘Meu Pai trabalha, eu também trabalho’. Portanto, nada de preguiça no caminho de Deus! Nada de querer ser um cristão sem compromisso com a comunidade, com a Igreja, com os grupos de Igreja...
Irmãos, Jesus quer precisar de nossos conhecimentos, de nossas habilidades, de nossa vida! Ouvimos no Evangelho o que o patrão disse aos desocupados: ‘venham vocês também para a minha vinha’. E eles foram. Eles aproveitaram aquela última chance que o patrão lhes deu. E foram recompensados na hora do pagamento, pois o mesmo salário foi dado a todos. A justiça de Deus é marcada pelo imenso Amor que Ele tem para conosco: quem já está no caminho de Jesus deve sentir-se muito feliz e abençoado.
Quem ainda está meio parado, aproveite a oportunidade de se esforçar mais. E quem está afastado, meio que abandonou a Igreja, nem participa mais de Missa e nem reza, precisa ficar atento: talvez essa seja sua última chance. Então, vamos todos juntos trabalhar na vinha do Senhor! Vamos caminhar como irmãos e irmãs nesta Igreja viva que, no mundo, quer ser sinal do Amor de Jesus!”
Ao final, todos os catequizandos cantaram: “O Amor jamais acabará!”.
Então, D. Terezinha apresentou os catequistas e suas respectivas
turmas, recordando-lhes os dias e horários de seus encontros. E enalteceu o
trabalho dedicado de cada catequista, deixando o convite para que os pais
venham ser catequistas também. Aliás, ela valorizou os pais presentes,
agradecendo-lhes pelo testemunho, apoio e presença.
Por fim, o Pe. Auricélio convidou os catequizandos para um
breve momento de Adoração, na Capela do Santíssimo. Em meio à correria das
atividades, a Igreja precisa sempre parar um pouco para estar com Jesus e gozar
de sua intimidade.
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Trailer
do filme ALBERTINA: https://www.youtube.com/watch?v=3XggsrQMHbk
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